O Violão Brasileiro no Século XIX e a Belle Époque

O Violão Brasileiro no Século XIX e a Belle Époque

R$ 95,00Preço

 

  • Até 12x no cartão
  • Exclusivo
  • Arranjos de Nicolas de Souza Barros
  • 37 partituras de 11 compositores
  • Livro físico de 186 páginas
  • Dimensões: 24x31
  • peso: 880 gramas
  • frete R$ 25 para todo o Brasil

 

 

  • Sobre o livro

    37 partituras

    11 compositores: Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Padre José Maurício Nunes Garcia, Anacleto de Medeiros, Henrique Oswald, Leopoldo Miguez, C. A. G. Villela, Aurélio Cavalcanti, Bartolomeu Bortolazzi, Arthur Napoleão e Mazarino Lima

     

    Trechos dos prefácios:

     

    "Há mais de quatro décadas, Nicolas de Souza Barros domina instrumentos de cordas dedilhadas diversos, antigos e modernos, com afinações e números de cordas variados, permitindo o trânsito por épocas, estilos, gêneros, técnicas e concepções musicais das mais vastas. Neste livro, que representa um resgate musicológico decisivo, ele amplia a literatura do violão brasileiro, mas sobretudo o aproxima de períodos históricos (Séc. XIX e Belle Époque) nos quais os exemplares de obras brasileiras para o instrumento ainda são raros e/ou desconhecidos. É também a síntese poderosa de um artista que atingiu, em todos os sentidos, a plenitude de sua carreira."

     

    Humberto Amorim (UFRJ)

     

    "A presente publicação representa uma importante expansão do repertório violonístico brasileiro, apresentando obras de alto nível em criteriosos arranjos. Pode-se definir a pratica do arranjo como a "arte do possível". Merece especial destaque a maneira flexível e imaginativa como Nicolas usa as afinações alternativas para aumentar a exequibilidade de suas adaptações/transcrições, unindo um profundo conhecimento dos recursos do violão ao grande esmero e bom gosto artístico que sempre caracterizaram seus trabalhos."

     

    Sergio Abreu

     

  • Sobre o autor Nicolas de Souza Barros

    Doutor em Música, Nicolas de Souza Barros é Professor Titular da UNIRIO e um dos mais conceituados especialistas do país em instrumentos eruditos de cordas dedilhadas, como o violão de oito cordas, alaúdes variados e as guitarras barroca, renascentista e romântica, entre outros. Tem intensa produção como solista e camerista, destacando sua atividade com o conceituado conjunto de música antiga Quadro Cervantes (2 CD’s), assim como o Duo Folia, com o violoncelista inglês David Chew (1 CD) e o Quarteto Carioca de Violões (1 CD).

     

    Já se apresentou em diversos países europeus, norte-americanos e latino-americanos, além de quase todos os estados brasileiros. Lançou os CDs Ernesto Nazareth,Ravel e Debussy e Chora Violão (2014, 2015 e 2017) com arranjos próprios para o violão de 8 cordas. Participou duas vezes no Circuito Nacional SESC Sonora Brasil: em 1997, no lançamento do projeto, com o Quadro Cervantes; e em 2009, realizando 87 concertos de violão solo em 23 estados brasileiros. Desde 2001, é Diretor Artístico da Associação de Violão do Rio (AV-Rio). Entre 2017-2020, exerceu o cargo de Coordenador do Mestrado Profissional em Música da UNIRIO (PROEMUS). Em 2018, tornou-se Professor Titular da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, defendendo a tese “Affordances e novos protocolos de arranjo aplicados a 100 Sonatas de Scarlatti”. Em 2019, lançou o CD Morena, Morena: Canções da Belle Époque Brasileira, com o tenor Alberto Pacheco (UFRJ).

     

    Já apresentou-se com a Orquestra Petrobrás, a Baltimore Orquestra (EUA), a Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica Nacional (Niterói), a Academia Antiqua (uma das primeiras orquestras barrocas brasileiras), assim como a Orquestra da UNIRIO em várias ocasiões. Realizou estreias nacionais e mundiais de concertos para violão e orquestra de Francisco Mignone, Ronaldo Miranda (Concerto para Quarteto de Violões e Orquestra), J. Orlando Alves, Mario Castelnuovo-Tedesco e Luiz Otávio Braga, também estreando obras para violão solo de Heitor Villa-Lobos, Edino Krieger, Pauxy Gentil-Nunes, Ricardo Tacuchian, H. Dawid Korenchendler e Luiz Otávio Braga, entre outros.